segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Esclarecendo algumas mentiras...

Gostaria de esclarecer algumas mentiras que foram ditas pelas outras chapas nesta campanha eleitoral para o DCE.

O Bonde (UJS-PCdoB) se reivindica de conquistas que não participou. A rede wireless da UEM, durante a gestão do Bonde, nunca foi uma bandeira de luta. Foi uma conquista da reitoria em si, infelizmente não do DCE. O café da manhã e almoço de sábado do R.U. foram reivindicações de uma chapa anterior ao Bonde na gestão do DCE. A Primeira Passeata Contra a Lei Seca, reivindicada pelo Bonde sobre o título Coisas que só o Bonde fez por você, não foi organizada pelo Bonde, e sim por estudantes apartidários que fizeram parte de outra chapa, à qual o Bonde fez oposição. A passeata, que contou com mais ou menos 150 estudantes, contou com apenas 3 ou 4 membros do Bonde, que em nenhum momento fizeram parte da organização do ato. O próprio Caetano no primeiro CEEB deste ano, então coordenador-geral do Bonde, falou, em relação ao Bonde: "Somos todos pilantras e mentirosos."



A chapa 4, Vamos À Luta (ex-Caminhando, chapa do PSTU), realizou uma crítica à Chapa Descentralize no jornal que lançaram para a atual campanha eleitoral, em que nos acusaram de romper com uma suposta unidade criada. De todos estudantes que formam a Chapa Descentralize, apenas 4 compareceram na primeira reunião para formar uma chapa com a Vamos à Luta, e apenas um estudantes compareceu na segunda reunião. Foram inscritos 20 estudantes na chapa, com mais um número expressivo participando que nunca se propuseram à criar uma chapa junto com o pessoal do PSTU. Se alguém dividiu o movimento estudantil que faz oposição à UNE, foi a chapa 4, que insistiu em criar uma chapa da ANEL. Aliás, a ANEL, e não os estudantes da UEM, é a principal preocupação da chapa 4, que ficou uma semana inteira sem fazer campanha para organizar a primeira Assembléia Estadual da ANEL. A chapa 4 privilegia a construção do movimento estudantil nacional em detrimento do movimento estudantil da UEM. A Vamos À Luta acusa a Descentralize de não aceitar diferenças no interior da chapa, e isso é uma mentira absurda, que mostra a falta de caráter de quem fez essa acusação. Todas as decisões da Chapa 1 são tomadas coletivamente em reunião aberta no comitê, que fica na sala 8 do bloco 4 (ao lado da cantina central). Tomamos uma posição apartidária, que defende a autonomia do DCE perante os partidos, mas em nenhum momento nos propusemos à excluir membros de partidos da chapa. O que ocorreu é que a chapa 4 insistiu em ser vinculada à ANEL, e seus membros não aceitaram fazer parte de uma chapa que não pregasse à ANEL. Em todas as universidade em que o PSTU ganha o DCE, ele transforma este em braço do partido. É justamente esse atrelamento que somos contra. A chapa 4 parece ser pouco informada, pois o Descentralize nunca fez a proposta de levar a autogestão para o DCE. Nossa proposta é a descentralização do DCE dentro do que a conjuntura permite. Procuramos nos aproximar da autogestão, pois esta é a expressão máxima da descentralização. A estrutura do DCE só pode ser mudada por meio do Congresso do DCE, que será realizado em maio do ano que vem, e com certeza o Descentralize levará propostas sérias de descentralização. O que propomos nesta eleição é fazer uma gestão descentralizada, convocando o CEEB todo mês, de acordo com o estatuto (que a Vamos à Luta não cumpriu quando foi gestão com o nome Caminhando). A chapa 4 se propõe à construir o novo, quando na verdade é a continuação da Caminhando, é mais uma chapa partidária que quer transformar o DCE em braço de seu partido.

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